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Festival de Cannes 2018 - Dia #03 Festivais e Mostras

DIA 03

6) No início dos anos 80, em Leningrado (hoje São Petersburgo), duas bandas de rock se tornaram referências absolutas na cena musical da União Soviética: Zoopark e Kino. Lideradas respectivamente por Mike Naumenko e Viktor Tsoi, os grupos ajudaram a modernizar a cultura do país mesmo sob o peso de um Estado totalitário que encarava cada acorde mais forte como uma ameaça à sua autoridade. E é a história dos dois músicos que Leto conta, retratando a relação entre os dois e o papel que a esposa de Naumenko (Natalia na vida real; Natasha no filme) teria desempenhado nesta.

Roteirizado pelo diretor Kirill Serebrennikov ao lado do casal Lily e Mikhail Idov, o longa tem início com uma das performances do Zoopark promovidas pelo fã-clube de rock sancionado oficialmente pelo governo soviético e que, ambientadas em um teatro, obrigam os jovens espectadores a se manterem presos em suas poltronas pela moralidade barata do autoritarismo, limitando suas demonstrações de energia ao balanço dos pés, às batucadas das mãos e a um leve agitar de cabeça, já que não podem sequer erguer cartazes demonstrando sua admiração pela banda.

Obrigados a comprar os discos de seus ídolos do Ocidente no mercado de contrabando, os rapazes e moças retratados em Leto são reprimidos em sua empolgação musical pelo temor dos governantes de que aqueles acordes e letras rebeldes se tornem inspiração para algo maior: uma liberdade cuja distância é martelada em suas cabeças pela constante ameaça de um recrutamento que os despachará para a guerra no Afeganistão ou para outro destino igualmente ameaçador. E é em meio a este clima opressivo que aquelas bandas buscam encontrar a própria voz – um processo dificultado pelo fato de que suas composições têm que passar pelo crivo de censores antes de receberem permissão para que sejam apresentadas em público.

Fotografado em um belíssimo preto-e-branco por Vladislav Opelyants, que emprega uma ampla razão de aspecto (2.76:1) para criar espaços amplos que os personagens ocupam com sua vitalidade (além de permitir a composição de quadros como aquele em que vemos Natasha e Mike em um canto, em primeiro plano, e Viktor no oposto, ao fundo), Leto é enriquecido também pela excepcional montagem de Yuri Karikh, que se destaca especialmente nas sequências musicais. Aliás, estas assumem um caráter de realismo fantástico por surgirem em situações e cenários prosaicos, como um trem ou ônibus, quando grafismos surgem de repente na tela e coadjuvantes insuspeitos começam a cantar – muitas vezes desafinadamente – versos de Psycho Killer ou Call Me (sim: Blondie). Enquanto isso, é divertido notar como um dos personagens assume o papel de identificar para o espectador as (várias) liberdades criativas do roteiro, erguendo cartazes de “Isto não aconteceu” depois de certas cenas ou de “Ele não se parece com ele” quando Teo Yoo surge na pele de Viktor.

As atuações do trio central, por sinal, tornam a dinâmica entre os personagens rica e sempre surpreendente: Yoo, como Viktor, ilustra a admiração deste por Mike e sua necessidade constante de ser por este reconhecido, ao passo que Roman Bilyk compõe Mike como um sujeito que faz questão de sempre projetar uma imagem descolada, mesmo impassível, ainda que esteja experimentando um tumulto interno sem igual. Além disso, é tocante ver o contraste entre sua imagem de astro para os fãs e sua realidade pessoal difícil, na qual é obrigado a trabalhar em uma fábrica e a desenhar sozinho os cartazes de seus shows. Ainda assim, o destaque do filme é Irina Starshenbaum, que, como Natasha, é a encarnação da Musa, assumindo também o papel de conselheira do marido ao apontar, por exemplo, como a presença de back vocals pode “diluir a essência do rock de garagem”.

Funcionando ao mesmo tempo como recriação de uma época significativa da música soviética (e russa) e como drama romântico sobre três pessoas que se amam, se admiram, mas podem se machucar justamente por isso, Leto compreende como um gesto inocente se torna imediatamente significativo apenas por ser mantido em segredo e como alguém apaixonado pode deixar o ego de lado por saber que a criatura amada está feliz, mesmo que isto lhe provoque dor.

Divertido e cheio de energia, este é um filme que consegue ser simultaneamente nostálgico e contemporâneo, fazendo jus ao magistral trabalho anterior de Serebrennikov, O Estudante. E que o governo russo mantenha o cineasta em prisão domiciliar e o tenha impedido de vir ao Festival de Cannes para apresentar sua obra comprova apenas como a boa Arte continua a assustar os poderosos.

 

 

7) Se em Shelley, sua estreia na direção, o iraniano Ali Abbasi já havia realizado uma incursão curiosa no gênero terror ao acompanhar uma gravidez cercada por incidentes atípicos e ambientada em uma cabana afastada de tudo graças ao estilo de vida ubervegano dos pais da criança, desta vez ele atinge um resultado ainda mais interessante ao repetir alguns daqueles elementos (gestação, locações marcadas pela presença da Natureza, eventos cuja explicação desconhecemos) e aplicá-los a uma narrativa que parte do drama, cruza o horror e se atira no fantástico ao mesmo tempo em que funciona como um tocante estudo de personagem.

Roteirizado pelo próprio diretor ao lado de Isabella Eklöf e John Ajvide Lindqvist, Gräns gira em torno de Tina (Eva Melander), uma agente alfandegária que, trabalhando em um porto, parece ser capaz de identificar pelo olfato quando está carregando algum contrabando. Aliás, a protagonista fareja não apenas objetos, mas sentimentos como culpa, excitação e medo, o que a torna uma profissional ainda mais eficiente. Porém, não exatamente sutil, já que seu rosto só pode ser descrito como o de um lobisomem cuja transformação jamais se completou. Já acostumada em ser insultada por sua aparência desde a infância (isto é, até o ponto em que é possível se acostumar com ofensas constantes), Tina mora em uma cabana isolada no meio de uma floresta, dividindo o espaço com o “namorado”, um trapaceiro que treina cães para rinhas. E é então que, certo dia, um homem com traços similares aos seus passa por seu posto de trabalho, não demorando muito para que Tina e o tal sujeito, Vore (Eero Milonoff), se tornem próximos. Ao mesmo tempo, a personagem se envolve na investigação que busca eliminar uma quadrilha responsável por pornografia infantil – o que cria a sugestão de que em algum ponto os dois lados da vida de Tina se cruzarão (o que, de certo modo, justifica o título do filme, que em português seria “Fronteira”).

Evocando o sentimento de pertencimento descoberto pela protagonista ao finalmente encontrar alguém que divide suas experiências – boas e, principalmente, más -, Gräns conta com um trabalho de maquiagem excepcional e que me levou, confesso, a acreditar se tratar de uma atriz com alguma condição congênita real (uma impressão que se desfez quando outro indivíduo idêntico entrou na história). Vivida na realidade pela atriz Eva Melander (do bom Flocking), Tina inicialmente se apresenta como uma criatura com postura hostil e ameaçadora, projetando caninos salientes e exibindo uma expressão constante de raiva graças ao sobrolho protuberante – e, assim, é fascinante como ela não demora a se humanizar diante dos olhos do público, tornando-se até mesmo simpática.

De um ponto de vista temático, por sinal, Abbasi não é muito sutil ao usar Tina e Vore como símbolos da diferença que inspira medo apenas por fugir do “normal” – algo que salienta ao trazer o “namorado” da primeira como um sujeito antipático que enjaula animais (como a sociedade faz com Tina, etc e tal). Infelizmente, até mesmo este simbolismo é melhor do que as explicações que Gräns acaba oferecendo sobre a natureza dos personagens, tropeçando num caso clássico de explicação que não apenas não era necessária como estraga o encantamento do mistério.

Com um desfecho que beira o moralismo, deixando qualquer visão complexa de lado ao adotar um mundo dividido entre o Bem e o Mal, Gräns ao menos tem uma sequência de sexo que, arrisco dizer, é uma das mais estranhas e inesperadas que o Cinema produziu ao longo das décadas. Mas a primeira metade do longa prometia algo mais do que um filme a ser lembrado por uma cena de sexo.

 

8) Sextape é uma estupidez protagonizada por um grupo de adolescentes que só conseguem conversar gritando, que não têm qualquer respeito por si mesmos ou pelos demais e que, pior, parecem ter convencido o filme no qual se encontram de que são divertidos em vez de insuportáveis. Soando improvisado em seus diálogos pavorosos e repetitivos, o filme do francês Antoine Desrosières é ainda misógino, homofóbico e que, sem qualquer talento ou maturidade para tentar ser transgressivo, ainda se arrisca pavorosamente em piadas sobre o Holocausto. Como resultado, passei os 98 minutos da projeção torcendo para que todos os personagens morressem num incêndio provocado intencionalmente pelas pessoas que mais amavam e que, antes de soltarem o suspiro final no meio da dor, fossem informados de que seus nomes passariam a batizar as latrinas da escola. Que, claro, servem como depósito do tipo de material que compõe esta imbecilidade em forma de arquivo digital.

 

9) Jacques Todelli é um escritor e dramaturgo de sucesso que, aos 35 anos de idade, encontra-se desmotivado para produzir novas obras ou se entregar a novos amores – talvez em função do fato de ser portador de HIV (o que em 1993, quando o filme se passa, era uma sentença de morte), mas possivelmente por ter se cansado de repetir seus erros e vivido tantos relacionamentos fracassados. No outro lado do espectro encontra-se o jovem Arthur, aspirante a cineasta que, com apenas 22 anos, sonha em deixar a cidade que vive e ir para Paris. Assim, quando os dois homens se conhecem, seus interesses e experiências se complementam e se opõem de modo a forjar uma atração da qual nenhum parece disposto ou capaz de escapar.

Escrito e dirigido por Christophe Honoré, Plaire, aimer et courir vite é um filme que reconhece e ressalta a vivacidade de Jacques e Arthur (os ótimos Pierre Deladonchamps e Vincent Lacoste) sem jamais deixar de lado a melancolia subjacente à dinâmica da dupla. Afinal, enquanto Arthur se mostra mais do que disposto a iniciar um romance, Jacques não consegue encontrar forças para um romance que, ele sabe, tem data de expiração. Talvez por isso, o escritor se vê motivado a voltar seu olhar para o passado, oferecendo hospedagem e apoio a um ex-namorado que chegou à fase final da síndrome e não tem mais qualquer possibilidade de recuperação – o que resulta na cena mais bonita do filme, quando, em um longo plano, os dois se abraçam na banheira e têm possivelmente o momento mais significativo de sua relação. Da mesma maneira, o protagonista sequer tenta controlar sua libido ainda intensa, buscando sexo em qualquer oportunidade (sempre com proteção) mesmo que este seja um comportamento autodestrutivo por deixá-lo mais solitário a cada nova transa.

A tristeza de Jacques, aliás, espalha-se pelo design de produção do longa como um câncer, pintando de um melancólico azul a maior parte dos cenários e figurinos. Em contrapartida, Honoré e seus atores incluem várias passagens bem-humoradas que buscam suavizar um pouco o tom da narrativa, impedindo que o público mergulhe em uma espiral depressiva que negaria o prazer que aquelas pessoas sentem diante da vida. Caso contrário, de que valeria insistir nesta?

 

10) Arctic, estreia na direção de longas do brasileiro Joe Penna (conhecido nos primórdios do YouTube como “Mystery Guitar Man”, é um filme sobre sobrevivência, persistência e a mais pura decência humana. Ambientada num dos ambientes mais hostis do planeta, esta obra cria uma atmosfera de urgência constante e funciona como uma vitrine ímpar para o talento de seu protagonista, o dinamarquês Mads Mikkelsen.

Roteirizado por Penna ao lado de Ryan Morrison, o roteiro tem início in media res, quando o Homem (seu nome jamais é revelado) já se encontra isolado na região ártica há um longo tempo desde a queda de seu pequeno avião – algo que deduzimos ao observar sua rotina diária bem estabelecida que, marcada pelos alarmes de seu relógio, o mantém ocupado entre a manutenção do imenso sinal de SOS cavado na neve, a pesca e o envio de sinais de rádio na esperança de descobrir/atrair o resgate. Já com alguns dedos do pé perdidos para a hipotermia, o herói ainda se vê ameaçado por um urso polar que percorre as redondezas – e, assim, quando um helicóptero surge no horizonte, sua exultação é mais do que compreensível.

Bem como seu choque ao testemunhar a queda do resgate que esperou por tanto tempo.

O acidente, contudo, introduz duas importantes novidades na história: uma sobrevivente em estado grave, quase comatoso, e um mapa que aponta a existência de uma estação que representaria a salvação. Hesitante em abandonar o lar provisório, precário, mas seguro que criou, o Homem se vê movido a tentar a sorte na jornada ao perceber que aquela será a única chance (ainda que minúscula) de que a Mulher sobreviva.

A partir daí, Penna nos conduz por planícies, montanhas, quedas, escaladas, tempestades e nevascas enquanto o protagonista arrasta a Mulher por quilômetros e quilômetros de distância em um clima tão hostil que um toldo ser levado pelo vento por alguns metros é o suficiente para que o Homem tenha que avaliar se vale a pena buscá-lo ou não. Sem jamais anoitecer e com uma paisagem tão opressivamente branca que acaba se tornando paradoxalmente claustrofóbica embora consista de espaços amplos. Aliás, as condições são tão brutais que, a partir de certo momento, comecei a me fazer uma pergunta que não fazia há anos: como diabos eles filmaram isso? Normalmente, a resposta é sempre a mesma (CGI), mas aqui o resultado é tão convincente que, mesmo intuindo que rodar em locação sob aquela tormenta não seria uma opção, acreditei completamente que assim tenha sido. O mesmo, por sinal, se aplica à tensa sequência envolvendo o urso e uma estreita caverna.

Corajoso ao investir no silêncio e nos sons diegéticos durante a maior parte do tempo (quando a trilha de Joseph Trapanese, é composta essencialmente por notas repetidas e sustentadas que criam um incômodo profundo e perfeito), Arctic tem uma arma eficiente para nos manter ancorados na narrativa: Mads Mikkelsen em uma das melhores performances de sua rica carreira. Com seu rosto marcante que vem se tornando cada vez mais interessante graças às rugas e linhas de expressão, o ator consegue evocar sentimentos complexos de maneira minimalista, levando o público a compreender a alegria que sente ao poder ter alguém em seus braços depois de tanto tempo ou ao sentir o calor da pequena chama de um isqueiro. Do mesmo modo, Mikkelsen torna convincentes todos os esforços necessários para continuar caminhando e o desespero provocado ao constatar como há obstáculos em seu caminho que nem toda a perseverança do mundo poderá superar.

E é aqui que entra o componente de “decência” mencionado no início: em diversos pontos da projeção, fica patente para o Homem e para o espectador que a saída mais pragmática – e mesmo sensata – seria abandonar a Mulher, que está praticamente morta, e tentar salvar a própria vida. Para ele, contudo, isto resultaria em sacrificar definitivamente a própria humanidade.

Assim, ele segue caminhando na neve.

 

11) O novo filme do cineasta polonês Pawel Pawlikowski, rodado cinco anos após seu bem-sucedido Ida, é uma obra que conhece bem aquele gelo angustiante no estômago que só um amor perdido pode provocar e que vem acompanhado da dor de saber que a outra pessoa agora se encontra em outro relacionamento. Mas, ainda mais triste, retrata um daqueles amores que só funcionam quando rompidos; reatados, são o mais puro desastre.

Iniciando sua história na Polônia pós-guerra, em 1949, Zimna wojna (ou Guerra Fria) acompanha o músico e maestro Wiktor (Tomasz Kot), que, ao lado da esposa Irena (Agata Kulesza), trabalha para o governo soviético em um projeto para recrutar talentos artísticos regionais a fim de produzir um espetáculo itinerante que possa servir de vitrine para a riqueza cultural da vida sob a influência stalinista. Uma das jovens selecionadas é Zula (Joanna Kulig, que será uma estrela depois deste filme), que desperta a atenção do sujeito não só por sua beleza e por sua voz, mas por ter passado um tempo na prisão depois de tentar matar o pai (“Ele me confundiu com minha mãe; usei uma faca para ensinar a diferença”). Depois que Irena se demite por repudiar a influência ideológica crescente sobre o show, Wiktor se vê livre para assumir sua relação com Zula, o que dá início a quase duas décadas de idas e vindas.

Usando a trajetória artística do casal como elemento constantemente influenciado pela tensão crescente da Guerra Fria, o longa não demora a estabelecer um paralelo entre a política internacional e o romance do casal: se Kaczmarek (Borys Szyc), oficial de ligação entre o governo e a trupe, inicialmente se mostra frio e desinteressado no projeto, por exemplo, logo se encanta pelo talento e pela riqueza das músicas (o que não o impede de fazer o possível para sempre agradar os oficiais do Partido) – um interesse que também é dedicado a Zula, que se descobre no mesmo dilema de ser fiel ao seu amor sem irritar o sujeito, fazendo um jogo duplo que não tem o propósito de ferir Wiktor embora inevitavelmente o faça. Ou seja: todo gesto, por mais inocente ou bem intencionado que seja, tem potencial de iniciar um conflito e desentendimentos insolúveis.

Rodado numa razão de aspecto pequena e em preto-e-branco (assim como Ida), Guerra Fria também busca discutir a tragédia presente numa Arte que é forçada a expressar aquilo que no qual não acredita, seja por pressão política ou comercial – e mesmo que as versões jazz das canções folclóricas inicialmente cantadas por Zula sejam belas, há uma melancolia inegável em testemunhar a deturpação de uma tradição em prol de uma modernização que nem sempre é salutar.

Mas não há como negar que o centro do longa é mesmo a história entre Wiktor e Zula e a frustração crescente que experimentam sempre que juntos. Se à distância Zula é descrita por Wiktor como “a mulher da minha vida”, esta postura cede lugar à condescendência e mesmo ao descaso quando voltam a dividir a cama. Em outras palavras: o sujeito a quer apenas até tê-la.

É esta incapacidade de reconhecer que o sonho só é perfeito enquanto tal, ficando aquém do idealizado quando confrontado pelas dificuldades do cotidiano, que condena o casal ao sofrimento constante, seja pela ausência da pessoa amada ou por sua presença. E que Guerra Fria encontre uma “solução” que ao mesmo tempo é dramaticamente satisfatória (se é “feliz” ou não é outra história) e tematicamente perfeita em seu subtexto político é algo que contribui para tornar este filme um dos melhores desta edição do Festival de Cannes.

13 de Maio de 2018

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Sobre o autor:

Pablo Villaça, 18 de setembro de 1974, é um crítico cinematográfico brasileiro. É editor do site Cinema em Cena, que criou em 1997, o mais antigo site de cinema no Brasil. Trabalha analisando filmes desde 1994 e colaborou em periódicos nacionais como MovieStar, Sci-Fi News, Sci-Fi Cinema, Replicante e SET. Também é professor de Linguagem e Crítica Cinematográficas.
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