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Bridget Fonda, a musa dos anos 90 E aí, meu irmão, cadê você?

O que leva uma atriz talentosa, bonita, carismática, com uma carreira indo de vento em popa e com parentesco próximo a algumas das mais famosas figuras de Hollywood a simplesmente desaparecer do mapa? Esta é a pergunta que responderemos nesta semana em "E aí, Bridget Fonda, Cadê Você?".

Bridget Jane Fonda nasceu em 27 de janeiro de 1964, em Los Angeles, filha do papai orgulhoso Peter Fonda, neta de Henry, sobrinha de Jane, você sabe... "aqueles" Fondas. Mesmo fazendo uma pontinha no clássico Sem Destino, Bridget não se interessou pela atuação logo de cara. Suas tendências artísticas se manifestaram no colegial, quando participou de uma montagem escolar de Meu Amigo Harvey, peça que virou filme com James Stewart nos anos 50. A atriz matriculou-se na University of New York e fez o curso de atuação da escola de Lee Strasberg.

O sobrenome famoso abriu algumas portas para Bridget, mas o sucesso não veio rapidamente. Depois de algumas produções pequenas para o cinema e para a TV, além de uma participação na clássica série Anjos da Lei (clássica pelo menos para a geração nascida nos anos 70), a atriz começou a chamar a atenção com uma pequena participação em O Poderoso Chefão III, de Francis Ford Coppola. Depois de alguns papéis de pouco destaque, sua grande chance veio em 1992 com o thriller Mulher Solteira Procura, do diretor Barbet Schroeder, ao lado de Jennifer Jason Leigh. O papel exigia que a atriz deixasse o pudor um pouco de lado e transformou-a em sensação. Foi neste mesmo ano que a atriz protagonizou Vida de Solteiro, do diretor Cameron Crowe. E se você piscar durante os minutos iniciais de Uma Noite Alucinante 3, vai perder a rápida participação da atriz como Linda, namorada de Bruce "Ash" Campbell, em um flashback.

Seguindo o exemplo do pai, Fonda não abriu mão do cinema independente, mas seguiu fazendo filmes de estúdio. No ano seguinte, protagonizou A Assassina, de John Badham, remake americano de Nikita, de Luc Besson. O filme passou batido pelo público e crítica, o que levou a atriz a procurar projetos menos comerciais e diretores e elencos de maior notoriedade. É o caso de O Pequeno Buda, de Bernardo Bertolucci, O Fantástico Mundo do Dr. Kellogg, de Alan Parker, e Touch, de Paul Schrader. E, claro, é impossível esquecer da provocante Melanie em Jackie Brown, de Quentin Tarantino.

Depois disso, a atriz começou a apresentar sinais de cansaço. Filmes elogiados mas de pequeno apelo comercial (Um Plano Simples), alguns fracassos de bilheteria (Pânico no Lago, Monkeybone - No Limite da Imaginação) e até uma parceria com o produtor Luc Besson (O Beijo do Dragão) não foram suficientes para reanimar a carreira de Bridget Fonda. Um acidente automobilístico em 2003 aparentemente abriu os olhos da moça e, no mesmo ano, ela casou-se com o cantor Danny Elfman, ex-vocalista da banda Oingo Boingo, hoje muito mais conhecido por ser um dos mais procurados compositores para o cinema. Alguns de seus trabalhos incluem Homem-Aranha, Milk - A Voz da Igualdade e quase todos os filmes de Tim Burton, além de quatro indicações ao Oscar.

Desde então, Bridget Fonda abandonou a carreira de atriz. É mãe de um filho com Elfman. Seu último trabalho foi em 2002, uma adaptação de Snow Queen, baseado no conto de Hans Christian Andersen para o Hallmark Channel. Uma curiosidade: através de seu casamento com Elfman, ela tornou-se "tia" da atriz Jenna Elfman (ela não é sobrinha direta de Danny, mas casada com seu sobrinho, Bodhi Elfman). A diferença de idade das duas é de apenas sete anos.

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