Mantém o espectador tenso desde os primeiros momentos de projeção.
Como as melhores ficções científicas, emprega a tecnologia, real ou imaginária, para investigar a condição humana.
Uma mistura de Jason Bourne e Rain Man.
Um filme construído em torno da nostalgia.
É prontamente esquecido alguns minutos depois de encerrado.
Se a diretora da obra não se importou com o que criava, por que qualquer um deveria?
Equilibra-se muito bem entre o leve e o macabro.
Uma mistura de Dario Argento, Stanley Kubrick, David Lynch e lesão cerebral.
Abraça completamente o nonsense na construção de suas gags.
Dutra é um cineasta que compreende que o trabalho de um diretor não é apenas o de ilustrar o roteiro, mas de expandi-lo através das imagens e do som.
Jamais se esquece de pertencer a um gênero, abraçando de forma quase metalinguística suas principais convenções.
Obra repleta de ideias e reflexões, mas construída com uma disciplina e um rigor estético invejáveis.
Não aproveita realmente os recursos à sua disposição.
Sua diretora é uma promessa de voz singular.
Deveria ter sido lançado diretamente em vídeo.
O roteiro medíocre é compensado pelo diretor talentoso.
Uma jornada psicológica assustadora de um homem perturbado rumo ao colapso total.
Um exercício narrativo bem mais complexo do que a aparente simplicidade de sua história pode sugerir.
O sentimentalismo barato recorrente do roteiro trai a natureza brutal dos personagens.
Bourne se mantém um herói interessante.