Surpreende negativamente pela falta de vida com que conta uma história que deveria ser repleta de alegria.
As cenas de sexo que o tornaram famoso são apenas sintoma de uma profunda inquietação e também seu tratamento.
O contraste entre os estilos de Gosling e Crowe é a base do humor da narrativa.
Skarsgård só não se confirma como o melhor intérprete do personagem em função da fragilidade do filme à sua volta.
Infelizmente, não explora bem nenhuma das muitas possibilidades que a história oferece.
Não só faz jus ao excelente original como supera – e muito – sua sequência de 1989.
Um exercício narrativo brilhante que jamais se esquece de desenvolver seus personagens.
Oferece preciosidades ao espectador.
Se não conhecemos nossa História, encaramos nossa sociedade e suas injustiças com um imediatismo egoísta e míope:
Uma tolice esquecível realizada por um Almodóvar no piloto automático.
Uma demonstração promissora do potencial cinematográfico do Porta dos Fundos.
Suficientemente simpático e divertido para fazer jus ao anterior.
Escrito por cinco roteiristas que, juntos, não valem meio.
É a comprovação de que Afonso Poyart é – como o homem que retrata aqui – uma voz que merece ser escutada e aplaudida.
Mais triste do que assustador.
Tenta fazer várias coisas ao mesmo tempo (o que é admirável) sem jamais conseguir realizar qualquer delas com eficiência.
Ancorado por duas atuações centrais que serão bem lembradas no período de premiações.
Um filme destinado a se transformar em cult.
Comprova que Matheus Nachtergaele é um dos melhores atores em atividade no Cinema mundial.
Surpreende pela eficácia com que traz vida nova à linguagem do gênero.